The brief arrived through a referral: A client who couldn't update their own website.Not because it was bad.
It was clean, considered and built with care.
But it had been coded by a friend who no longer had the time, and it lived in a world the client couldn't enter.
No CMS.
No way to make changes.
A website frozen in place for a project that deserved better.The project sits on a property in the Alentejo.Rural hamlet houses.
Whitewashed walls.
Yellow or blue trim.
Terracotta and flowers.
Warm, immediate, familiar.And a chapel designed by Álvaro Siza Vieira. Pritzker Prize.A pure geometric volume standing alone in the landscape.
Monastic.
Precise.
The kind of building that stands as a statement about what architecture can be.One brand. Two completely different visual and tonal languages.Making them feel like they belonged together without flattening either one was the actual brief.The logo took 19 iterations. The client stopped at 13, before the cross hidden in the T of MONTE, before the mark that traced the chapel's own facade, the void cut into the top that made the building into a logo.The copy took another 5 passes. Sometimes that's the job.The site went up. Visit requests to the Siza chapel increased exponentially.The site still stands. I still manage it.


Branding. Web development. Copy. Ongoing management.

O brief chegou por referência: uma cliente que não conseguia actualizar o próprio website.Não porque fosse mau.
Era limpo, cuidado, construído com atenção.
Mas tinha sido programado por um amigo que já não tinha disponibilidade, e fazia parte de um mundo a anos-luz da cliente.
Sem CMS.
Sem forma de fazer alterações.
Um website parado no tempo para um projeto que merecia melhor.
O projeto é numa propriedade no Alentejo.Casas de aldeia.
Paredes caiadas.
Faixa amarela ou azul.
Terracota e flores.
Quente, imediato, familiar.Ao fundo, uma capela desenhada por Álvaro Siza Vieira. Prémio Pritzker.Um volume geométrico puro, isolado na paisagem rural.
Monástico.
Preciso.
O tipo de construção que existe como uma declaração sobre o que a arquitectura pode ser.Uma marca. Duas linguagens visuais, tons completamente diferentes.Fazer com que parecessem pertencer ao mesmo projeto sem achatar nenhuma delas era o brief real.O logótipo teve 19 iterações. A cliente parou na 13ª, antes da cruz escondida no T de MONTE, antes da marca que traçava a própria fachada da capela, o vazio recortado no topo que transformava o edifício num logo.O copy teve mais 5 rondas. Às vezes é assim.O site foi publicado. Os pedidos de visita à capela de Siza aumentaram exponencialmente.O site permanece. Ainda faço a sua gestão.


Branding. Desenvolvimento web. Copy. Gestão contínua.

She came in wanting a new website.The old one wasn't bad.
It just wasn't good enough for what the brand had become.
That was the brief. It didn't stay that way for long.Your Lisbon Flat manages short-term rental properties across 4 cities in Portugal.
Premium apartments and villas, carefully chosen, each with its own character.
The public-facing work was clear: new website, social presence, campaigns, content.But an audit of the operation told a different story.The portfolio had grown.
More properties added to the original ones, each with its own maintenance needs, housekeeping schedule, inventory, and compliance requirements.
The tools hadn't kept pace with the scale.Regulatory compliance was the first thing to fix.
The mandatory guest manual every AL property is legally required to provide was going out as a PDF: sent into a void, opened by no one.
So instead of a document, I built a resource.
A password-protected microsite for each property, with all the mandatory information properly structured, plus local recommendations, landmarks, things to do nearby.
Instead of a PDF, guests get a link.
That they actually use.
Then came the operations platform.
Ops needed something that could hold it all together.
Properties.
Inventory.
Maintenance requests.
Housekeeping reports.
Ownership dashboards.
Designed to scale.22 property microsites built.
One main site.
One ops platform.
All built. All running. All still managed.The brief was a website redesign.
It became the infrastructure of a business.


Web development. UX/UI. Copy. Content strategy. Social. Ops infrastructure. CRM build. Ongoing management.

Chegaram a querer um novo website.Não que o antigo fosse mau. Simplesmente não era suficientemente para o que a marca se tinha tornado.Esse era o brief. Não por muito tempo.A Your Lisbon Flat gere propriedades de arrendamento de curta duração em 4 cidades de Portugal.
Apartamentos e villas premium, criteriosamente selecionados, cada um com o seu próprio caráter.
O trabalho public facing era claro: novo website, presença em redes sociais, campanhas, conteúdo.Mas uma auditoria à operação disse-me outra coisa.O portefólio cresceu. Mais propriedades adicionadas, cada uma com as suas próprias necessidades de manutenção, calendário de limpeza, inventário e requisitos de compliance.Mas as ferramentas não acompanharam a escala.O compliance regulatório foi a primeira coisa a resolver.
O manual de acolhimento, que cada AL é legalmente obrigado a fornecer ao hóspede, estava a ser enviado como PDF: enviado para o vazio, aberto por ninguém.
Em vez de refazer um documento, construí um recurso.
Um microsite com acesso por palavra-passe para cada propriedade, com toda a informação obrigatória devidamente estruturada, mais recomendações locais, pontos de interesse, coisas para fazer nas redondezas.
Em vez de um PDF, os hóspedes recebem um link.
Que lhes acrescenta valor.
Depois veio a plataforma de operações.
Precisavam de algo que conseguisse agregar o âmbito total da operação.
**Propriedades.
Inventário.
Pedidos de manutenção.
Relatórios de limpeza.
Dashboards de proprietários.
Tudo desenhado para escalar.22 microsites de propriedades.
Um site principal.
Uma plataforma de operações.
Tudo construído. Tudo a funcionar. Tudo ainda gerido.O brief era um redesign de website.
Tornou-se a infraestrutura de um negócio.


Desenvolvimento web. UX/UI. Copy. Estratégia de conteúdo. Social. Infraestrutura de operações. Construção de plataforma. Gestão contínua.

A self-service laundry in Benfica.Not the most obvious brief.Treated with the same attention as any other.The result is a site that's clean, specific, and built around how people actually use a laundromat, not around how websites are usually organised.Web development, content strategy, UX/UI, socials, copy and communications.Nothing is superfluous.

Uma lavandaria self-service em Benfica.Longe de ser um brief óbvio.Merece a mesma atenção e cuidado que qualquer outro.O resultado é um site limpo, ultra específico e construído não a pensar em como um site deve ser desenhado, pensado para refletir a forma como humanos usam uma lavandaria.Desenvolvimento web, estratégia de conteúdo, UX/UI, redes sociais, copy e estratégia de comunicação.Tudo desenhado para responder a necessidades especificas.

Have you done laundry?

A self-service laundry in Benfica.Not the most obvious brief.Treated with the same attention as any other.The result is a site that's clean, specific, and built around how people actually use a laundromat, not around how websites are usually organised.Web development, content strategy, UX/UI, socials, copy and communications.Nothing is superfluous.

Uma lavandaria self-service em Benfica.Longe de ser um brief óbvio.Merece a mesma atenção e cuidado que qualquer outro.O resultado é um site limpo, ultra específico e construído não a pensar em como um site deve ser desenhado, pensado para refletir a forma como humanos usam uma lavandaria.Desenvolvimento web, estratégia de conteúdo, UX/UI, redes sociais, copy e estratégia de comunicação.Tudo desenhado para responder a necessidades especificas.

The brief said: "The Pope".

Four days before the largest Catholic youth event in the world landed in Lisbon, a crowdfunded campaign needed a website, a communications strategy, and someone to hold it together when things got complicated.They got complicated.
Fast.
The real brief was simpler than it looked: build the brightest possible spotlight on the Catholic Church's record on child abuse, at the exact moment it couldn't avoid the question. With the Pope in Lisbon, the world's cameras were already in place.The job was to make sure they couldn't look away.Three billboards went up.
One came down.
Pulled by a local authority.
Citing legality.
What followed was a crisis.
It brought in world media, Amnesty International, constitutional questions about free speech, and a city that eventually backed down.
We kept our names out of it.Deliberately.The press wanted the story behind the campaign.
We pointed them back at the victims.
Every time.
The people who made it happen were never the story.
The people it happened to were.
That decision held.
The campaign ran.
Reuters, CNN, Politico covered it.
The Pope was asked about it directly.
The spotlight held too.


See the work → thisisourmemorial.pt
Web development. Communications strategy. Press relations. Crisis management.

Quatro dias antes do maior evento católico juvenil do mundo chegar a Lisboa, uma campanha financiada por crowdfunding precisava de um site, de uma estratégia de comunicação e de alguém capaz de segurar estas coisas quando as coisas complicassem.Complicaram.
Depressa.
O brief real era mais simples do que parecia: apontar luzes ao historial de abuso infantil da Igreja Católica, no exato momento em que não o poderiam evitar. Com o Papa em Lisboa, as câmaras do mundo inteiro já estavam apontadas.O trabalho era tornar impossível ignorar a questão.Três outdoors foram instalados.
Um foi retirado.
Por uma câmara municipal.
Alegando ilegalidade.
O que se seguiu foi uma crise que trouxe os media mundiais, a Amnistia Internacional, questões constitucionais sobre liberdade de expressão e uma câmara que acabou por recuar.Mantivemos os nossos nomes fora disso.
Deliberadamente.
A imprensa queria a história por detrás da campanha.
Nós apontávamo-los de volta para as vítimas.
Sempre.Nós não éramos a notícia.
O foco pertencia às pessoas a quem isto aconteceu.
Essa decisão resistiu.
A campanha correu.
A Reuters, a CNN, a Politico cobriram-na. O Papa foi diretamente questionado sobre o assunto.
O holofote funcionou.
O trabalho → thisisourmemorial.ptDesenvolvimento web. Estratégia de comunicação. Relações com a imprensa. Gestão de crise.

Four days before the largest Catholic youth event in the world landed in Lisbon, a crowdfunded campaign needed a website, a communications strategy, and someone to hold it together when things got complicated.They got complicated.
Fast.
The real brief was simpler than it looked: build the brightest possible spotlight on the Catholic Church's record on child abuse, at the exact moment it couldn't avoid the question. With the Pope in Lisbon, the world's cameras were already in place.The job was to make sure they couldn't look away.Three billboards went up.
One came down.
Pulled by a local authority.
Citing legality.
What followed was a crisis.
It brought in world media, Amnesty International, constitutional questions about free speech, and a city that eventually backed down.
We kept our names out of it.Deliberately.The press wanted the story behind the campaign.
We pointed them back at the victims.
Every time.
The people who made it happen were never the story.
The people it happened to were.
That decision held.
The campaign ran.
Reuters, CNN, Politico covered it.
The Pope was asked about it directly.
The spotlight held too.


See the work → thisisourmemorial.pt
Web development. Communications strategy. Press relations. Crisis management.



Quatro dias antes do maior evento católico juvenil do mundo chegar a Lisboa, uma campanha financiada por crowdfunding precisava de um site, de uma estratégia de comunicação e de alguém capaz de segurar estas coisas quando as coisas complicassem.Complicaram.
Depressa.
O brief real era mais simples do que parecia: apontar luzes ao historial de abuso infantil da Igreja Católica, no exato momento em que não o poderiam evitar. Com o Papa em Lisboa, as câmaras do mundo inteiro já estavam apontadas.O trabalho era tornar impossível ignorar a questão.Três outdoors foram instalados.
Um foi retirado.
Por uma câmara municipal.
Alegando ilegalidade.
O que se seguiu foi uma crise que trouxe os media mundiais, a Amnistia Internacional, questões constitucionais sobre liberdade de expressão e uma câmara que acabou por recuar.Mantivemos os nossos nomes fora disso.
Deliberadamente.
A imprensa queria a história por detrás da campanha.
Nós apontávamo-los de volta para as vítimas.
Sempre.Nós não éramos a notícia.
O foco pertencia às pessoas a quem isto aconteceu.
Essa decisão resistiu.
A campanha correu.
A Reuters, a CNN, a Politico cobriram-na. O Papa foi diretamente questionado sobre o assunto.
O holofote funcionou.
O trabalho → thisisourmemorial.ptDesenvolvimento web. Estratégia de comunicação. Relações com a imprensa. Gestão de crise.

Sweven.
Middle English.
Derived from the Old English swefn: a dream vision.
They chose the name before I arrived.
I looked it up.That lookup became the brief.
Sweven Research was a deep tech company.
Rigorous, data-driven, built on hard science.
And they had named themselves after a word for dreaming.
Not a contradiction. A position.The bet that the most serious research and the most ambitious imagination aren't opposites: they're the same impulse at different scales.The brand had to hold both without explaining either.
Black and gold.
A circular mark that reads somewhere between a stardust and something that belongs under a microscope.
Spaced type that doesn't shout.A tagline, "Redefining Tomorrow", that only works if you've earned the right to say it.Logo, colour system, brand book, mission statement, taglines, presentations, signage, materials.Built in a week.
Almost no client input.
Full trust.
The company folded.
The brand still does what it was supposed to do.


Brand identity. Copywriting. Brand book.

Sweven.
Inglês medieval.
Derivado de swefn: uma visão onírica.Escolheram o nome antes de eu chegar.
Fui pesquisar.
Essa pesquisa tornou-se o brief.A Sweven Research era uma empresa de deep tech, rigorosa, orientada por dados, ciência pura.Com um nome que partia de uma palavra que significa sonhar.
Rejeitando contradição, assumindo posicionamento.
Uma aposta de que a investigação séria e a imaginação ambiciosa não são opostos: são o mesmo impulso a escalas diferentes.A marca tinha de sustentar os dois sem explicar nenhum.Ouro sobre preto.
Uma marca circular que se lê algures entre poeira de estrelas e uma lâmina de microscópio.
Tipografia espaçada que não grita.Tagline, "Redefining Tomorrow".Logótipo, sistema de cor, brand book, mission statement, taglines, apresentações, sinalética, materiais.Construído numa semana, quase sem input do cliente.
Confiança total.
A empresa fechou.
A marca ainda faz o que devia fazer.


Identidade de marca. Copywriting. Brand book.

He called saying he'd spent 2.5k on a website and it was unusable.He wasn't wrong.Dark copper logo on a black background.
No navigation. Not on mobile, not on desktop. With a multipage architecture.
Photo choices that actively worked against the place.
Copy that buried what made the place worth visiting in the first place.
Quinta Lusitânia is a 200-year-old manor house in the heart of Central Portugal.
Noble residence of the Viscounts of Valpaços.
Rural guesthouse
Riding school, event space, pony club.
Dão wine from their own production.
Lusitano horses in the fields.
It’s kind of place that sells itself.
If you let it.
The brief was a redesign.
The reality was a complete rebuild on the same foundation, keeping enough of the original structure that he didn't feel he'd lost his investment.
Almost nothing survived intact.Navigation, visual language, photo direction, copy, page architecture.
All rebuilt from the ground up.
Across three languages: Portuguese, English, and German. I don't speak German, so my job was to write the Portuguese and English versions carefully enough that all three felt like the same place.The site still stands. I still manage it.


Web redesign. Multilingual copy. Brand identity. Ongoing management.

O brief dizia “gastei 2.5k num website e é horrível.Não estava errado.Logótipo em cobre escuro sobre fundo preto.
Zero navegação. Nem em mobile, nem em desktop. Numa arquitetura multipagina.
Fotografia sem direção ou sentido, colocada nos locais errados
Copy que escondia o que tornava o local digno de uma visita.
A Quinta Lusitânia é uma casa senhorial com 200 anos no coração de Portugal Central.
Residência nobre dos Viscondes de Valpaços.
Turismo rural.
Escola de equitação, espaço de eventos, clube de póneis.
Vinho Dão de produção própria.
Cavalos Lusitanos nos campos.
É o tipo de lugar que se vende sozinho.
Se deixares.
O brief era um redesign.
A realidade foi uma reconstrução completa, partindo da mesma base e mantendo o suficiente da estrutura original para que não sentissem que tinham perdido o seu investimento.
Quase nada sobreviveu intacto.Navegação, linguagem visual, direção fotográfica, copy, arquitetura de páginas. Tudo reconstruído de raiz.Em três línguas: português, inglês e alemão. Não falo alemão, por isso o meu trabalho foi escrever as versões em português e inglês com cuidado suficiente para que as três pertencessem à mesma marca.O site ainda está de pé. Ainda faço a sua gestão.


Redesign web. Copy multilingue. Identidade de marca. Gestão contínua.

Gigs on Mars.The name tells you everything about the ambition.A talent agency that books artists for the most unreachable venue imaginable. Whether that's a mission statement or sarcasm depends on how seriously you take the work.They took it seriously.When I arrived, the company hadn’t been around long.
They had a name, a logo, and an very subpar website. A new one was in what works, but had been sitting half-built for months with nothing to show for it.
They also had Delfins, one of the best-selling bands in Portuguese music history, in active conversations about a comeback tour. The there was Kassav. And arena shows with audiences in the thousands.The ambition was already there. The infrastructure wasn’t.I got the website unblocked, finished, and built the brand presence around it: visual language, copy, content strategy, social, paid campaigns across social, search and OOH. Shows, festivals, the full calendar.The name set the bar.
The work tried to clear it.


Web. Brand. Copy. Social. Paid campaigns. Content strategy.

Gigs on Mars.
Nome que tudo diz sobre a ambição.
Uma agência de talentos que agenda artistas para a venue mais inacessível que existe.
Isso ser objectivo ou sarcasmo, depende de quão a sério levas o trabalho.Eles levavam a sério.Quando cheguei, a empresa era recente.Tinham um nome, um logótipo e um website muito abaixo do que deveriam ter.Um novo estava em construção, mas com o processo parado há meses, sem nada para mostrar.Tinham também os Delfins, uma das bandas com mais discos vendidos na história da música portuguesa, em conversações ativas sobre uma tour de regresso. E os Kassav. E espetáculos em arenas com milhares de pessoas.A ambição estava lá.
A infraestrutura de marca não.
Desbloqueei o website, terminei-o, e construí a presença de marca à sua volta: linguagem visual, copy, estratégia de conteúdo, redes sociais, campanhas pagas em social, search e OOH. Espetáculos e festivais.O nome definiu o padrão.O trabalho tentou estar à altura.


Web. Marca. Copy. Social. Campanhas pagas. Estratégia de conteúdo.

Lemon Live Entertainment had been in the business long enough to have real history.Children's IP, live music, Festival Panda. A company that had put Harry Potter in Concert, Snarky Puppy and Paw Patrol on the same roster without it feeling accidental.That history was buried.A website that hadn't kept up with the company.
Archives scattered across hard drives, folders, inboxes full of old posters, outdoor campaigns. Production footage going back years.
Nobody had built the full picture.I spent weeks in those archives.Rebuilt the site. Restructured the nav, cleaned the visuals, surfaced the history.
Also built a separate web presence for their subbrand, Don'tTryThisAtHome (a project that didn't survive the pandemic, lost to an unpaid domain when everything stopped).
Because everything stopped.COVID hit before Festival Panda could happen on my watch.
The marketing department got wiped.
The work that was building, campaigns across social, TV, radio, search, OOH, it all stopped.
Mid-sentence.
What I walked out of Lemon with was an understanding of range. And what it actually costs to communicate it.
In a perfect world, Snarky Puppy and Paw Patrol don't live under the same brand. But I learned companies grow the way opportunities arrive, not the way strategies planned for. The roster expands, the audience fragments, and suddenly you're selling completely different things to people who have nothing in common except that they trust the same name. Most communications strategies aren't built for that. Learning to work inside it, forced to balance things that were never meant to be balanced, was the real lesson.
Then I learned that placement is the point. Not the format, not the size, not the production value. Placement is where you prove you understand the gap between who sees it and who acts on it. In children's entertainment, that tension is just more honest about itself: the child has to want it, the parent has to trust it… but it exists in every campaign if you're paying attention. Getting both right, in one channel decision, be it OOH, TV or Radio, is harder than it sounds.Also learned much about the importance of legacy as a lever for credibility. How a history that goes back decades can both be an asset in brand building and the thing that keeps you stuck in the past.Above all, I walked out with an understanding of how a company can be constrained from every direction at once, from IP relationships that dictate your strategy, internal dynamics that slow every decision, circumstances that arrive without warning and end things before they're ready to end.Sometimes the most useful thing you learn is what gets in the way.


Web redesign. Copy. Social. Paid campaigns. Content strategy. Brand architecture.

A Lemon Live Entertainment já estava no mercado há décadas.
O suficiente para ter história real.
IP infantil, música ao vivo, Festival Panda.Uma empresa que colocava Harry Potter, Snarky Puppy e a Patrulha Pata no mesmo hero de website sem que parecesse acidental.
Essa história estava enterrada.
Um website que não acompanhara a empresa.Arquivos espalhados por discos, pastas, inboxes cheias de cartazes antigos, campanhas de outdoor.Footage de produção que recuava anos.Ninguém tinha montado o puzzle.Passei semanas nesses arquivos.Reconstruí o site. Reestruturei a navegação, limpei os visuais, trouxe a história à superfície.Construí também uma presença web separada para a sua submarca, DontTryThisAtHome, um projeto que não sobreviveu à pandemia, perdido num domínio por pagar quando tudo parou.Porque tudo parou.O COVID chegou antes de o Festival Panda poder acontecer.O departamento de marketing deixou de existir.O trabalho que estava a tomar forma, das campanhas em social a TV, rádio, search, OOH, tudo parou.Como se a meio de uma frase.O que trouxe da Lemon foi uma maior compreensão de como lidar com abragência. E do como comunicá-la.Num mundo perfeito, os Snarky Puppy e a Patrulha Pata não vivem sob a mesma marca. Mas a maioria das empresas não vivem num mundo perfeito, crescem na medida das oportunidades que chegam e não da forma como planearam.Oportunidades surgem, o roster expande-se, o público fragmenta-se, e, de repente, estás a vender coisas completamente diferentes a pessoas que não têm nada em comum.
Exceto confiarem no mesmo nome. A maioria das equipas de comunicação não está preparada para isto. Aprender a trabalhar dentro disso, forçado a equilibrar coisas que nunca foram pensadas para estarem nos mesmos pratos da balança, foi a verdadeira lição.
Aprendi também que o placement é ponto central. Não o formato, não o tamanho, não o valor de produção. É no placement que tens de provar entender a distância entre quem vê e quem age.
No entretenimento infantil essa tensão é ainda mais clara: a criança tem de querer, os pais têm de confiar. Acertar nos dois, em cada decisão de canal, seja OOH, TV ou rádio, é mais difícil do que parece.
Aprendi muito sobre a importância do legado como alavanca de credibilidade.
Como uma história que recua décadas pode ser, simultaneamente, um ativo na construção de marca e aquilo que te mantém preso ao passado.
Acima de tudo, saí com uma compreensão de como uma empresa pode ser constrangida por múltiplos ângulos em simultâneo.
Por relações com IPs que ditam a tua estratégia, dinâmicas internas que atrasam cada decisão, circunstâncias que chegam sem aviso e acabam com as coisas antes do tempo.
Às vezes a coisa mais útil que aprendes é reconhecer o que te impede. E o que não repetir.


Redesign web. Copy. Social. Campanhas pagas. Estratégia de conteúdo. Arquitetura de marca.

A cold message on LinkedIn. They needed someone for socials.That's where it started.Century 21 Portugal & Spain is one of those brands that has become synonymous with what it does.
C21 means real estate.
Which sounds like an advantage until you're inside it. Because everything that made it dominant also made it unwieldy, a little conservative. Set in their ways.
Plus, guidelines from the US Master brand are set in stone and won’t always reflect the particular territorial needs.
They needed more than socials.The real challenge wasn't external. It was internal.
C21 Portugal operates as a territory franchise. Meaning they don't just sell houses, they sell the right to sell houses, and then train, equip, and support hundreds of agents and franchisees under their banner.
Two audiences.
Completely different needs.
Running on the same channels.
The public wanted a brand they could trust with the biggest purchase of their lives.
The network wanted to believe they'd joined something worth the leap. Something bigger than a commission structure.
One needed reassurance.
The other needed conviction.
Neither was getting either.
The tension between them was the brief nobody had written down.I went aspirational. It worked for both.
The public-facing account needed to feel less like a property portal and more like a place people wanted to be.
The internal audience (agents, franchisees, the network) needed to feel like they belonged to something worth belonging to. Aspirational hits both.
A chimp in sunglasses doesn't hurt either.From socials I moved into search, YouTube, campaign planning.
Then the rebrand came: six months of TV, radio, OOH, social, search, and activations, ending with a sponsored activation facing the main stage at Rock in Rio Lisboa.
Somewhere in between, I built a chatbot that nobody asked for.It ran on Facebook Messenger and WhatsApp, used geolocation, and let users search for properties to buy in real time. I showed it only when it worked.That got the CEO's attention.Social media. Search. YouTube. Campaign strategy. Media planning. Chatbot development. Brand activation.

Uma mensagem no LinkedIn. Precisavam de alguém para as redes sociais.Foi assim que começou.A Century 21 Portugal & Espanha é uma daquelas marcas que se tornou sinónimo do que faz.
C21 é imobiliário.
O que parece uma vantagem… até estarmos por dentro. Porque tudo o que a tornou dominante também a tornou pouco ágil, um pouco conservadora. Habituada a fazer as coisas de uma certa forma. Em cima disso, as guidelines da marca mãe nos EUA são lei. E nem sempre refletem as necessidades específicas de cada território.
Precisavam de mais do que redes sociais.O verdadeiro desafio não era externo. Era interno.
A C21 Portugal opera como uma franquia territorial. Ou seja, não vendem apenas casas: vendem o direito de vender casas sob a chancela da marca. Formam, equipam e apoiam centenas de agentes e franquiados sob a sua bandeira.
Dois públicos.
Necessidades completamente diferentes.
Nos mesmos canais.
O público queria uma marca em que pudesse confiar para a maior compra das suas vidas. A rede queria acreditar que tinha apostado em algo que valia a pena. Algo maior do que uma estrutura de comissões.Um precisava de confiança.
O outro precisava de convicção.
Nenhum estava a receber o que precisava.
A tensão entre eles era o brief que ninguém tinha escrito.Fui pelo aspiracional. Funcionou para ambos.
A conta pública precisava de ser menos portal imobiliário e mais um lugar onde as pessoas queriam estar.
A audiência interna (agentes, franquiados, a rede) precisava de sentir que pertencia a algo maior, algo que os elevava.
Tom aspiracional serve os dois.
Um chimpanzé de óculos de sol também ajuda.Das redes passei para search, YouTube, planeamento de campanhas.
Depois chegou o rebrand: seis meses de TV, rádio, OOH, redes sociais, search e ativações, com um encerramento numa ativação patrocinada no Rock in Rio Lisboa.
Algures pelo meio, construí um chatbot que ninguém pediu.Corria no Facebook Messenger e no WhatsApp, usava geolocalização e permitia aos utilizadores pesquisar imóveis para compra em tempo real. Só o mostrei quando estava a funcionar.O que chamou à atenção do CEO.Redes sociais. Search. YouTube. Estratégia de campanha. Media planning. Desenvolvimento de chatbot. Ativação de marca.

Gonçalo Cruz

So I've been around for a while.Seen a lot, and done a lot.Started in ops.
Moved through corporate.
Ended up managing tours, booking acts, producing shows and festivals.
Then communications found me.
Or I found it.
The distinction stopped mattering once I realised that everything I'd done brought me here.The ops background stuck. It still shows up in every project: I don't just build things, I look at how the operation works first. The brief is a starting point, not a destination.Sorry, that was a bit of a nostalgic rant, wasn't it?I'll get to the point: breadth can be an asset, but the pattern underneath the breadth is where I operate best.Currently working independently across communications strategy, branding and web development.Clients range from Pritzker Prize architecture to laundromats in Benfica.
Scale was never the point.
Attention was.
This site is a work in progress. Always will be.
Expect changes.
I always do.


Cheers.
G.

Gonçalo Cruz

Já por cá ando há algum tempo.Vi muita coisa. Fiz muita coisa.Comecei em ops.
Passei pelo corporate.
Acabei a gerir tours, a reservar artistas, a produzir espetáculos e festivais.
Depois a comunicação
encontrou-me.
Ou fui eu que a encontrei.
A distinção deixou de importar quando percebi que tudo o que tinha feito me trouxe até aqui.O background em ops ficou.
Ainda aparece em cada projeto: não me limito a executar, olho primeiro para como a operação funciona.
O brief é um ponto de partida, não o destino final.
Eix, isto foi um bocadinho viagem aos fantasmas de natais passados, não foi?Vamos lá diretos ao ponto: a abrangência pode ser um dos meus ativo mais fortes.
Mas o padrão que criou essa abrangência será sempre o meu ponto forte:
Curiosidade.
Vontade de fazer.
até quando ninguém me pediu nada
Atualmente trabalho de forma independente em estratégia de comunicação, branding e desenvolvimento web.
Os clientes vão desde arquitetura premiada com o Pritzker a lavandarias em Benfica.
A escala nunca foi o objetivo.
Sempre foi dar às coisas a atenção que elas merecem.
Este site é um trabalho em progresso. Sempre será.
Espera mudanças.
Eu espero sempre.
Abraço.
G.

Yes, i do random.

A lot. Like a lot a lot.

Every once in a while you do something that gives you a giggle.Sometimes it's just a silly idea that you'd never really use (or maybe you would?). Or maybe you created something for a friend to use in x situation and you liked it too much.More often than not these are not grand things. Well, I don't really do grandiose anyway. But for some unexplainable reason I sometimes feel like way too proud of little clips, reels, a logo favour or an image edit that I didn't make for work. Or it was work, but you never ended up using it/feel it should have gotten more attention instead of buried by an algorithm.Every once in a while I'll post one of those here.They'll be quirky, hopefully witty.Can't speak to its quality. But I can promise you this:It will be random.I like random. Random is good.

Apparently, I do weddings now.
But only for family.

I've been using Carrd.
Like A LOT.

So I set up a little space for experiments, iterations, ideas, custom html/css/js script, animations, etc etc etc.Everything in there will be as random (or maybe even more so) than what you just saw.Everything in there may or may not end up on a current or future project.So beware, there will be broken things.'Cause I enjoy randomness.

No pitch.No ask.No button.For a change.





[email protected]. Just in case something's not working and you're not sure what to fix.

Sem pitch.Sem subscrição.Sem botões.Para variar.





[email protected]. pelo sim, pelo não.

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